Bebê de 1 ano é internada em estado grave após suspeita de abuso sexual em MS
Santa Casa de Campo Grande Diogo Nolasco/ TV Morena Uma bebê de 1 ano e 11 dias está internada em estado grave na Santa Casa de Campo Grande após exames apon
Santa Casa de Campo Grande Diogo Nolasco/ TV Morena Uma bebê de 1 ano e 11 dias está internada em estado grave na Santa Casa de Campo Grande após exames apon
Saiba como foram os primeiros dias de Deolane Bezerra em cadeia do interior de SP Reprodução/redes sociais A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra
A Fenamilho é muito mais do que um grande evento. Ela representa a alma de Patos de Minas, traduzindo em cultura, tradição e emoção tudo aquilo que faz par
Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé desta segunda.
A Unimed Goiânia é destaque na área de marketing ao atingir o nível mais alto durante avaliação realizada pela Federação Centro Brasileira. Foram analis
Quatro pessoas morrem em batida entre dois carros na PR-463 Quatro pessoas morreram em um acidente na PR-463, em Colorado, no Norte do Paraná. Elas estavam em
Ônibus da Transwolff operavam 133 linhas de ônibus na Zona Sul de São Paulo. Divulgação/Transwolff A Corregedoria da Polícia Militar concluiu nesta segund
Vacinação em Teresina: vacina contra a gripe chega a novos grupos A partir desta terça-feira (26), a vacinação contra a influenza será ampliada para mais
Advogado com nanismo diz que foi discriminado em teste de aptidão física O advogado com nanismo Matheus Matos Menezes, de 25 anos, foi reprovado novamento em
Aplicativo idealizado por paranaense vai integrar Sistema Nacional de Adoção O aplicativo A.dot, criado para aproximar crianças e adolescentes de famílias a...
Aplicativo idealizado por paranaense vai integrar Sistema Nacional de Adoção O aplicativo A.dot, criado para aproximar crianças e adolescentes de famílias adotivas, passa a integrar, a partir desta segunda-feira (25), o Sistema Nacional de Adoção (SNA) após ajudar em mais de 200 adoções. A ferramenta foi idealizada pela jornalista paranaense Adriana Milczevsky e desenvolvida em parceria com o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). De maneira segura e restrita, o A.dot disponibiliza informações sobre saúde, desenvolvimento e histórico de cada criança e adolescente, além de vídeos personalizados, permitindo que os pretendentes criem conexão emocional antes de uma aproximação formal. A plataforma foi pensada para aumentar as chances de adoção de perfis menos procurados, como adolescentes, grupos de irmãos e crianças com deficiência ou necessidades médicas específicas. A incorporação do aplicativo pelo SNA, sob responsabilidade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), não altera em nada o processo de adoção no país — e só terão acesso ao aplicativo aqueles que já estão cadastrados no sistema. Entenda como funciona abaixo. ✅ Siga o g1 Paraná no WhatsApp Entre as histórias transformadas pelo aplicativo está a dos irmãos gêmeos Marcos Augusto e Maria Vitória Sertório Gatti. Os dois passaram 11 anos em uma instituição de acolhimento no Paraná e, aos 17 anos, gravaram um vídeo falando sobre o sonho de ter uma família. "Muitos casais só querem adotar crianças pequenas, bebês. Como a gente já era adolescente, a gente não se via mais nesse meio. A gente só falou que queria ter uma família pra gente ser, ter um lugar de acolhimento, se sentir amado", disse Maria Vitória. Os gêmeos Marcos Augusto e Maria Vitória Sertório Gatti Reprodução/RPC O conteúdo publicado no A.dot emocionou Sueli Sertório e Rafael Gatti, moradores de Bandeirantes, no Norte Pioneiro, que decidiram aumentar a família adotando os irmãos. Atualmente, o casal tem sete filhos. "Ela toda extrovertida, ele mais sério, mas o jeito como eles tinham a conexão deles atraiu bastante [...] A gente até decorou as falas de tanto a gente assistir o vídeo. Somos uma família feliz, uma família unida, com muito amor", disse o casal. Leia também: Veja valores: 20 apostas do Paraná acertam quina da Mega-Sena 30 anos e levam prêmios Fé: Irmãos são ordenados padres no mesmo dia, na igreja que cresceram frequentando, no PR Previsão do tempo: Formação de ciclone deixa Paraná sob novos alertas de tempestades Mais de 200 adoções Aplicativo A.dot Reprodução Desde 2018, a ferramenta ajudou a realizar 216 adoções, sendo 135 de adolescentes com mais de 13 anos. Adriana explica que a proposta do aplicativo é mudar a lógica tradicional da adoção. Antes de passar a integrar o Sistema Nacional de Adoção, o app estava sendo usado em outros 12 estados. “Era muito o foco do pai escolhendo o futuro do filho. E o A.dot vem para virar essa lente da sociedade e dizer: ‘Não, o importante é o filho’. É o filho que passa a dizer nos seus vídeos quais são os seus sonhos, como espera que seja uma família ideal para ele. E quando ele começa a dizer isso, as famílias começam a encontrar eles”, afirmou. O desembargador Sérgio Kreuz, que também idealizou o app, explica que, muitas vezes, o perfil da criança ou adolescente não corresponde, em um primeiro momento, ao que os pretendentes imaginam buscar na adoção, mas com o conteúdo do aplicativo, pode acontecer uma identificação. "Eles vendo imagens, fotos, vídeos dessas crianças e adolescentes, pode acontecer ali uma conexão como aconteceu inúmeras vezes", relata. Desembargador Sérgio Kreuz e Adriana Milczevsky, idealizadores do A.dot Reprodução/RPC Segundo o juiz auxiliar da presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Hugo Zaher, atualmente cerca de 1,8 mil crianças e adolescentes aguardam adoção. "A incorporação do A.dot ao SNA representa um avanço estratégico na Política Judiciária de Convivência Familiar e Comunitária. A expectativa é ampliar significativamente a visibilidade de crianças e adolescentes com perfis historicamente menos procurados", disse. Aplicativo não é 'para curiosos' Para ter acesso ao aplicativo e, consequentemente, aos vídeos das crianças e adolescentes, é preciso estar cadastrado no Sistema Nacional de Adoção. Sérgio Kreuz afirma que o processo inclui cadastro, avaliação e preparação dos pretendentes. “O aplicativo não foi feito para curiosos. Foi feito para pessoas que já estão habilitadas no Sistema Nacional de Adoção. A pessoa que quer adotar vai na sua comarca, leva documentos, faz uma inscrição, passa por avaliação e por uma preparação”, explicou. Segundo Kreuz, uma das preocupações do aplicativo é garantir a segurança das crianças e evitar exposição indevida. “O aplicativo foi feito para preservar a imagem e a identidade das crianças, mas ao mesmo tempo não deixá-las na invisibilidade”, afirmou. Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Paraná.