Mulher é morta a facadas em Sertãozinho, SP; genro é preso como suspeito
Leonice Aparecida Moscon, de 62 anos, foi morta a facadas em Sertãozinho, SP Redes Sociais Uma mulher de 62 anos foi assassinada em sua casa no bairro Jardim A
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Batida ocorreu na BR-040 Polícia Rodoviária Federal/Divulgação Uma batida frontal entre um carro e uma motocicleta matou uma adolescente de 15 anos no iníc
Luciano de Jesus da Silva, de 40 anos, trabalhava como pedreiro em uma edificação quando sofreu uma descarga elétrica, em Riachão do Jacuípe Arquivo Pessoa
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Carro capota em morro de Santos, SP Um carro capotou e ficou parado em cima da calçada no Morro Nova Cintra, em Santos, no litoral de São Paulo, na tarde dest
A confusão ocorreu em Catanduva (SP) Reprodução / WhatsApp Um vereador de Catanduva (SP) foi detido na tarde desta segunda-feira (15) suspeito de agredir a e
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Placas perdidas durante temporal em Uberlândia podem ser retiradas na Settran Fábio Tito/G1 O forte temporal que atingiu a cidade de Uberlândia durante o fim
Grupo mantém tradições juninas no Distrito Federal Longe dos arraiais maranhenses, o som das matracas, das toadas e das orquestras continua ecoando a mais de...
Grupo mantém tradições juninas no Distrito Federal Longe dos arraiais maranhenses, o som das matracas, das toadas e das orquestras continua ecoando a mais de mil quilômetros de distância. No Distrito Federal, um grupo de maranhenses mantém viva uma das manifestações culturais mais tradicionais do Maranhão: o bumba meu boi. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp O Boi Encanto do Itapoã se apresenta nas regiões do Itapoã e do Paranoá, nos arredores de Brasília. Criado e mantido por maranhenses que vivem no Distrito Federal, o grupo leva para a capital do país o sotaque de orquestra, um dos estilos mais populares da brincadeira. A tradição começou em 2005. Desde então, os integrantes se reúnem todos os anos para realizar apresentações e preservar a cultura maranhense mesmo longe da terra natal. Entre os brincantes está o estudante Yuri Gaspar, de 9 anos. Filho de maranhenses, ele interpreta a personagem burrinha e diz que gosta da função por causa da interação com o público. “Gosto de ser burrinha porque sempre gostei. As pessoas vêm, fazem carinho. É legal”, conta. Filho de maranhenses, Yuri Gaspar interpreta a personagem burrinha Reprodução Entre os novos integrantes está também a estudante Ana Sofia Almeida, de 14 anos, que se encantou pela alegria das apresentações e decidiu participar do grupo. “Eu via a alegria, as mulheres dançando, e sempre tive essa curiosidade. Entrei e estou bem feliz aqui”, afirma. A criadora e cantora do grupo é Eliana Costa, natural de Cururupu, no litoral maranhense, e moradora do Itapoã há mais de duas décadas. Segundo ela, manter um grupo de bumba meu boi no Distrito Federal ainda é um desafio por causa da falta de recursos, mas o envolvimento dos brincantes tem garantido a continuidade do projeto. “A gente trouxe a cultura do Maranhão para cá e vem lutando todos esses anos, fortalecendo essa tradição com pequenas e grandes apresentações, circulando pelas escolas, comunidades e praças públicas do Itapoã e do Paranoá”, afirma. Conheça o grupo de bumba-meu-boi criado por maranhenses no Distrito Federal Divulgação A iniciativa também tem conquistado pessoas sem qualquer vínculo familiar com o Maranhão. É o caso de Igor Soares, nascido em Brasília, que passou a integrar o grupo como índio após conhecer a manifestação cultural. “Desde o ano passado estou aqui. Não conhecia a cultura, mas já apreciava. Vejo o tamanho do carinho dos maranhenses e por isso estou aqui. Convido as pessoas a conhecerem os bois de Brasília”, diz. No último sábado (13), o grupo realizou o tradicional batismo do boi, cerimônia que reuniu padrinhos, madrinhas e moradores da comunidade do Itapoã. A expectativa agora é ampliar a participação do público e fortalecer ainda mais a presença do bumba meu boi no Distrito Federal. Uma das madrinhas da celebração foi Gilza Sousa, presidente da Casa do Maranhão em Brasília. Para ela, preservar a tradição é uma forma de manter viva a identidade cultural dos maranhenses que vivem fora do estado. “Para mim é uma honra estar como madrinha. A gente jamais pode deixar a nossa tradição maranhense. A colônia maranhense é a terceira maior em Brasília”, destacou. A iniciativa também tem conquistado pessoas sem qualquer vínculo familiar com o Maranhão. Divulgação