Mulher é morta a facadas em Sertãozinho, SP; genro é preso como suspeito
Leonice Aparecida Moscon, de 62 anos, foi morta a facadas em Sertãozinho, SP Redes Sociais Uma mulher de 62 anos foi assassinada em sua casa no bairro Jardim A
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Batida ocorreu na BR-040 Polícia Rodoviária Federal/Divulgação Uma batida frontal entre um carro e uma motocicleta matou uma adolescente de 15 anos no iníc
Luciano de Jesus da Silva, de 40 anos, trabalhava como pedreiro em uma edificação quando sofreu uma descarga elétrica, em Riachão do Jacuípe Arquivo Pessoa
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Carro capota em morro de Santos, SP Um carro capotou e ficou parado em cima da calçada no Morro Nova Cintra, em Santos, no litoral de São Paulo, na tarde dest
A confusão ocorreu em Catanduva (SP) Reprodução / WhatsApp Um vereador de Catanduva (SP) foi detido na tarde desta segunda-feira (15) suspeito de agredir a e
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Martelo da Justiça. Reprodução A Justiça determinou uma série de medidas para aumentar a transparência dos contratos de terceirização da Prefeitura de B...
Martelo da Justiça. Reprodução A Justiça determinou uma série de medidas para aumentar a transparência dos contratos de terceirização da Prefeitura de Buriticupu. A decisão, assinada em 12 de junho, atende a um pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA), que apontou falhas na divulgação de contratos e pagamentos que somam mais de R$ 25 milhões a entidades responsáveis pela prestação de serviços. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp A decisão foi assinada pela juíza Laís Suelem Silva Araújo Lima. As medidas atendem aos pedidos do promotor de justiça Felipe Augusto Rotondo em uma Ação Civil Pública apresentada em 23 de dezembro de 2025. A ação teve como base uma denúncia registrada na plataforma Fala.BR, da Controladoria-Geral da União (CGU), sobre contratos de terceirização mantidos pelo município. Segundo o Ministério Público, a prefeitura mantinha contratos de terceirização de mão de obra sem divulgar informações no Portal da Transparência. Também foram identificados pagamentos superiores a R$ 22 milhões ao Instituto Mais Integração Social (IMIS) e mais de R$ 3,6 milhões ao Instituto Alvorecer, sem a publicação dos documentos exigidos pela legislação de transparência pública. A investigação também apontou divergências entre os dados divulgados pela prefeitura e as informações dos contratos e pagamentos relacionados à terceirização de serviços. Além disso, foram identificadas falhas na divulgação de contratos, licitações, empenhos, liquidações, notas fiscais e outros documentos ligados às contratações. Determinações Entre as medidas determinadas pela Justiça está a suspensão imediata de novos pagamentos ao Instituto Mais Integração Social, ao Instituto Alvorecer e a outros contratos de terceirização que descumpram as regras de transparência. Os repasses só poderão ser retomados após a regularização do Portal da Transparência. A prefeitura também deverá publicar, em até 10 dias, a relação dos trabalhadores terceirizados em atividade. A lista deverá informar função, local de trabalho, carga horária e remuneração dos funcionários. Além disso, o município terá de disponibilizar os processos licitatórios e informações sobre a execução financeira dos contratos. A Justiça também determinou a apresentação, em até 48 horas, da documentação referente às contratações. Outra medida determina que os trabalhadores terceirizados sejam identificados por uniformes e crachás no prazo de até 15 dias. O objetivo é facilitar a fiscalização das atividades. Multa Em caso de descumprimento das determinações, a Justiça fixou multa diária de R$ 5 mil, limitada a R$ 100 mil. O valor deverá ser pago individualmente pelo prefeito José Antônio Lisboa Mendes e pelo controlador-geral do município, Paulo Ricardo Paiva. O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Buriticupu para solicitar um posicionamento sobre o caso, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Agora no g1