Mulher é assassinada a tiros pelo ex-companheiro em Fortaleza; suspeito é preso
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Mais de 50 escolas da educação municipal aderem a greve em Rio Branco Aline Pontes/Rede Amazônica Há quase uma semana em greve por reajuste salarial e melhorias nas condições de trabalho, os profissionais da educação da rede municipal de Rio Branco segue com as atividades paralisadas nesta segunda-feira (25). Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) e o Sindicato dos Professores da Rede Pública Municipal de Rio Branco, pelo menos 51 unidades de ensino aderiram ao movimento, entre escolas, creches e centros de educação infantil. (Veja lista completa mais abaixo) 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Apesar da paralisação, algumas unidades continuam funcionando parcialmente. A categoria informou também que a greve segue por tempo indeterminado até que uma nova proposta seja apresentada pela prefeitura. O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Rio Branco para solicitar um posicionamento sobre as propostas apresentadas e aguarda retorno. Em greve, Educação municipal se mobiliza em frente à prefeitura de Rio Branco Segundo o levantamento repassado pelo sindicato, as seguintes unidades aderiram ao movimento: Creche Sagrado Coração de Maria Escola Benfica Anita Jangles Escola Frei Pelegrino de Lima Valdívia de Castro Francisca Aragão Silva Creche Maria José Bezerra dos Reis Creche Sorriso de Criança Padre Peregrino Escola Mário Lobão CEI Willy Viana das Neves Creche Jairo Júnior Jessé Santiago CEI Luiz Roberto Pedron Monteiro Lobato CEI Prof. Beline Araújo Creche Bem-Te-Vi CEI Maria Silvestre CEI Jorge Luís Creche Ione Portela da Costa Casas Eufrosina Silva Oliveira Escola Boa União Creche Francisca Silva Maia Escola Monte Castelo Escola José Potyguara Escola Luiza de Lima Cadaxo Escola Juvenal Antunes Dr. Zaquel Machado CEI José Anacleto CEI Herloizia Almeida Escola Maria Lúcia Moura Marin Escola Bom Jesus Creche Jacamim CEI Maria Danila Pompeu CEI José Maria Maciel CEI Maria Estela Marques Mestre Irineu Serra Mariana da Silva Oliveira Álvaro Vieira da Rocha Escola Maria Izaliz Escola Jorge Félix Lavocat Creche Irmãos Mi e Bino Escola Irmã Maria Gabriela Escola Luiza Carneiro Dantas Mauricila Sant’Ana Escola Menino Jesus Teresinha Kalume Anexo Chico Mendes Anice Dib Jatene Djanira Bezerra dos Reis CEI Prof. Beline Araújo Entre as principais reivindicações estão a reposição inflacionária dos salários, atualização das gratificações das equipes gestoras, avanço nas discussões sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) e melhorias na estrutura das unidades de ensino. De acordo com a categoria, os servidores acumulam três anos sem reajuste salarial ou reposição inflacionária. Impasse A presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, afirmou que a categoria considera que houve retrocesso nas negociações com a prefeitura desde o início da greve. Segundo ela, uma proposta discutida anteriormente teria sido alterada pela gestão municipal. “A prefeitura está nos retalhando, porque nós estávamos avançando em uma proposta e, na quinta-feira [21], mandaram uma proposta pior do que a que estava sendo construída na mesa. Mas nosso movimento está forte. Mais de 70% das escolas estão na greve e seguimos com o cronograma da paralisação”, declarou. Ainda segundo Rosana, houve apenas uma reunião entre representantes da categoria e a prefeitura desde o início da greve. Ela afirmou que a proposta apresentada pelo Executivo foi rejeitada pelos trabalhadores. “A proposta é imoral. Depois de três anos sem ganho nenhum, oferecer R$ 75 para um funcionário é inaceitável”, disse. A presidente do sindicato reforçou que a categoria reivindica a reposição do salário mínimo nas tabelas dos servidores, reajuste de 5% imediato para todas as categorias e mais 5% a partir de novembro. Os trabalhadores pretendem manter a greve até que uma nova proposta seja apresentada pela prefeitura. “Só depende do prefeito encerrar esta greve”, concluiu. Profissionais da educação da rede municipal de Rio Branco iniciaram, na última quarta-feira (20), uma greve por tempo indeterminado Richard Lauriano / Rede Amazônica Protesto anterior Antes da deflagração da greve, os trabalhadores já haviam feito um ato convocatório no dia 11 de maio, em frente à prefeitura, para pressionar a gestão municipal por avanços nas negociações. Naquela ocasião, representantes da categoria cobraram a reposição inflacionária do piso do magistério referente aos anos de 2024, 2025 e 2026, além da atualização das tabelas salariais dos servidores da educação. A mobilização foi organizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) e reuniu representantes de 56 escolas. VÍDEOS: g1